Como avançou o engajamento das empresas brasileiras com a responsabilidade socioambiental?
A pesquisa Práticas e Perspectivas da Responsabilidade Social Empresarial no Brasil 2008 realizada pelo Ibope em parceria com o Ethos e o Akatu mostra alguns resultados do movimento.
Os resultados e implicações da pesquisa foram debatidos em um seminário promovido pelo Instituto Ethos com mediação da jornalista Célia Rosemblum, do jornal Valor Econômico, e a participação do presidente do Instituto Akatu, Helio Mattar, do presidente do Ethos, Ricardo Young, e do vice-presidente, Paulo Itacarambi.
Clique aqui para saber mais sobre esta conversa
Confira aqui a versão virtual da pesquisa
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Como anda a RSE?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Comunicação e sustentabilidade, uma conversa com Miriam Vilela, do movimento Carta da Terra
Conheça um pouco das questões relacionadas ao tema comunicação e sustentabilidade que foram debatidas em um sarau realizado pela equipe do Instituto Ethos com a participação de Miriam Vilela, diretora-executiva da Secretaria da Carta da Terra, órgão que coordena o movimento em todo o mundo, e Cristina Moreno, coordenadora da iniciativa no Brasil.
Como deve ser a comunicação para a sustentabilidade?
Algumas questões foram levantadas em relação à forma como comunicamos a sustentabilidade. Como dar sentido a esse conceito para que ele atinja o maior número de pessoas? Como vincular, por exemplo, a Carta da Terra a outros programas que já tocam a sociedade brasileira, por fazerem sentido para as pessoas? É preciso mudar o processo habitual de educação, que separa tudo em diferentes “caixinhas”. O be-a-bá da sustentabilidade nos ensina a importância de conectarmos tanto as responsabilidades como as ações para resolver cada problema, considerando o princípio a ser seguido.
Qual é a importância da sensibilização nesse processo?
A Carta da Terra é um movimento que possui várias portas de entrada. Pode ser a paixão pela luta contra a desigualdade social, por exemplo, bem como causas ambientalistas ou em favor dos direitos humanos. No entanto, a principal porta de entrada é aquela que mostra para as pessoas, entidades e empresas que elas têm a capacidade e o poder de fazer algo. A Carta da Terra é, portanto, uma chamada para o protagonismo. Cada um pode ser protagonista do movimento no local em que vive ou atua. E isso se dá a partir da percepção de que somos parte do problema e podemos ser parte também da solução.
Onde saber mais sobre a Carta da Terra no Brasil?
Como parte do trabalho de descentralização do movimento, estão sendo desenvolvidos sites nacionais para relatar a experiência da Carta da Terra nos diversos países. As atividades brasileiras podem ser encontradas no site A Carta da Terra em Ação – A Iniciativa da Carta da Terra Brasil.
Deixe a sua contribuição para este debate: comunicação e sustentabilidade, como aprofundar esta questão?
segunda-feira, 20 de julho de 2009
IRBEM - Indicadores de Referência e Bem-Estar no Município
O que faria você se sentir melhor em São Paulo?
O que é importante para a sua qualidade de vida na cidade?
O Movimento Nossa São Paulo convida cada cidadão de São Paulo e cada empresa, organização social, escola, igreja, clube social, time de futebol e grupo de amigos (inclusive virtual) a participar da construção dos Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município. O objetivo é construir um conjunto de indicadores que sirva para orientar ações de empresas, organizações, governos e toda a sociedade, considerando como foco principal o bem-estar das pessoas.
A primeira fase da construção do IRBEM é a consulta pública que se estende até 30 de setembro. A consulta é feita por meio de questionário, elaborado pelos grupos de trabalho e pela secretaria executiva do Movimento. Ao todo são 24 temas nos quais as pessoas podem escolher o que elas mais valorizam para seu bem-estar na cidade.
O preenchimento do questionário, além de ser o ponto de partida para a formulação do IRBEM, é importante também para estimular em todas as regiões da cidade o debate sobre as escolhas da população para alcançar qualidade de vida para todos.
Por isso é fundamental que cada cidadão e organização - social, privada ou pública – se engaje na campanha e estimule a todos os seus colaboradores a participar também. Quanto mais gente colaborar, refletir, debater e pensar soluções, mais chance teremos de construir uma cidade que privilegie o bem-estar da população.
Após a fase de consulta pública, em outubro o Ibope vai selecionar os itens que foram citados como os mais importantes para a qualidade de vida da população para incorporar tais itens na pesquisa anual do Movimento Nossa São Paulo. A pesquisa será realizada em novembro. Em seguida, haverá a sistematização dos dados. Em janeiro, por ocasião do aniversário da cidade, haverá o lançamento do IRBEM.
Os interessados em participar, podem preencher o questionário e estimular familiares amigos, vizinhos e colegas de classe e de trabalho a fazerem o mesmo. Para auxiliar na mobilização, há o material de campanha, como banner para internet, cartaz e folder.
Cronograma do IRBEM
De 15 de junho a 30 de setembro – Pesquisa preliminar com a população.
Outubro – Seleção dos itens que foram citados na pesquisa como os mais importantes para a qualidade de vida da população.
Novembro – Aplicação da pesquisa Ibope com os paulistanos, em amostra proporcional aos vários segmentos da população. Depois disso, será feita a sistematização e a construção do IRBEM.
Janeiro de 2010, aniversário da cidade de SP – Lançamento público do IRBEM.
Clique aqui e responda o questionário!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Acompanhe a atuação do seu vereador
O site Adote um Vereador foi idealizado pelo Instituto Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia, inspirado em desafio lançado pelo jornalista Milton Jung da rádio CBN, em seu programa CBN São Paulo, convidando seus ouvintes a adotar um vereador da capital paulista.
O site Adote um Vereador foi idealizado pelo Instituto Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia, inspirado em desafio lançado pelo jornalista Milton Jung da rádio CBN, em seu programa CBN São Paulo, convidando seus ouvintes a adotar um vereador da capital paulista.
Inicialmente, o objetivo era levar o ouvinte a acompanhar o trabalho de um vereador de sua simpatia e a acioná-lo com propostas para serem apresentadas à Câmara Municipal. Em pouco tempo, porém, os ouvintes – e depois internautas – “desvirtuaram” a idéia e passaram a escolher o vereador de que eles menos gostam, para fiscalizá-lo de perto, acompanhar seu comportamento, verificar quanto gastam para manter o gabinete e se comparecem à Câmara ou participam das comissões permanentes.
O site foi montado no começo de janeiro sobre uma plataforma wiki, que vem sendo mantida, de forma voluntária, seguindo os princípios da Wikimedia Brasil. Desde então, o Adote já conquistou a adoção de mais de 80% dos vereadores paulistanos e expandiu-se para outras cidades. Em Taboão da Serra (SP), por exemplo, todos os vereadores já foram adotados.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
A mobilização vira prioridade
Passados alguns dias da Conferência Ethos 2009, é possível avaliar com mais distanciamento, isto é, num contexto mais amplo, os resultados do evento. As circunstâncias de crise financeira global e o engajamento da sociedade na luta pela sustentabilidade do planeta foram, sem dúvida, fatores que influenciaram os debates ocorridos durante o evento.
Em entrevista a Dal Marcondes, editor responsável da Envolverde, o presidente do Ethos, Ricardo Young, avalia esse cenário e conclui que “o tom da conferência deixou de ser a empresa e passou a ser o movimento de transformação da sociedade”. A rápida entrevista com Young foi realizada no ambiente do evento de lançamento do pacto de sustentabilidade do Wal-Mart, que reuniu mais de 300 fornecedores, 200 ONGs, autoridades, parceiros e funcionários – um claro sinal de que vivemos uma “hipertransformação, com uma hiper-rapidez”.
Dal Marcondes: Como você avalia a Conferência Ethos 2009, que, apesar das circunstâncias de crise financeira global e do acirramento da luta ambiental no Brasil, conseguiu reunir mais de 1.000 pessoas para oficinas e tarefas, num cenário muito mais pragmático do que para discutir conceitos?
Ricardo Young: Eu a avalio muito bem. Chegamos a um pico de 1.100 pessoas num ano em que estávamos esperando um público menor. Eu acho que o tom da conferência deixou de ser a empresa e passou a ser o movimento de transformação da sociedade, da economia na direção da sustentabilidade e a discussão do papel da empresa nesse processo. Eu acho que essa foi a grande mudança. Em conferências anteriores, falava-se do protagonismo da empresa, da cidadania empresarial, mas o foco era muito mais na responsabilidade social, na gestão, nas vantagens e desvantagens. Agora o foco é em como o setor privado se mobiliza nesse contexto para dar a sua contribuição. É interessante você me fazer essa pergunta hoje, aqui, na assinatura de um pacto como este feito pelo Wal-Mart, com cerca de 30 empresas que representam uma parte substantiva do PIB brasileiro. Para mim é um milagre. Se me dissessem há três anos que o Wal-Mart chamaria empresas como a Colgate, a Nestlé e a Unilever para fazer um pacto, eu acharia que não era sonhável. Isso traz a idéia, como disse o Héctor Núñez (presidente do Wal-Mart Brasil), de hipertransformação, de hiper-rapidez. Como todo prognóstico é quase inviável numa situação de hiper-rapidez, dá para dizer então que tudo é possível.
DM: Nesta conferência, vimos muitas empresas perguntando como é que se faz. Você acha que vamos entrar num processo em que as empresas líderes terão um papel demonstrativo de como fazer?
RY: Acho que sim. Ficou claro que as empresas líderes não conseguirão fazer nada sozinhas. Logo, a cadeia produtiva virou um elemento estratégico nesse posicionamento. Então, se isso ocorreu, as empresas precisarão trabalhar com a cadeia produtiva, o que vai garantir uma alavancagem muito maior em todo o processo.
DM: Nesse cenário de protagonismo das empresas, qual é o papel do Instituto Ethos? RY: O objetivo do Ethos é justamente estimular e criar oportunidades para que as empresas atuem nessa direção e acelerar a agenda da gestão sustentável no Brasil.
Envolverde para o Instituto Ethos
Você concorda que a mobilização é prioridade neste momento?
Na sua opinião, qual o papel do Instituto Ethos neste novo momento?
terça-feira, 23 de junho de 2009
CGU e Ethos lançam Manual de Combate à Corrupção
A Controladoria-Geral da União (CGU), o Instituto Ethos e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (Unodoc) lançaram o manual “A Responsabilidade Social das Empresas no Combate à Corrupção”.
O Ministro Jorge Hage explicou a importância desta parceria no movimento de combate à corrupção no Brasil: “Percebemos que a maior parte dos casos de corrupção acontece na transição entre as duas esferas. Por isso escolhemos o Instituto Ethos por ser o mais capacitado e com melhores condições para ser nosso parceiro privado nesta luta.”
A publicação tem como objetivos sensibilizar e aumentar a conscientização dos problemas gerados pela corrupção, mostrando as vantagens que as empresas conquistam, num horizonte mais amplo, ao adotarem políticas de transparência e integridade. Há também uma orientação para como implementar estas boas práticas.
As boas práticas apontadas pelo manual são o resultado Grupo de Trabalho do Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção, que há três anos discute o assunto e propõe mecanismos e ferramentas para evitar a corrupção e construir uma nova cultura de relacionamento entre o setor público e o setor privado.
Além da versão impressa, o manual está disponível nos sites da CGU, do Instituto Ethos e no portal Empresa Limpa.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Conferência Ethos 2009: a motivação foi maior que a crise
Participantes da 11ª edição da Conferência do Instituto Ethos discutiram os paradigmas da nova 'economia verde'
Tendo como tema “Rumo a uma nova economia global: A transformação das pessoas, das empresas e da sociedade”, a Conferência Internacional 2009, do Instituto Ethos, chegou ao final com a participação total de 1.357 pessoas, oriundas de várias partes do Brasil e do exterior. A organização contabilizou 759 inscritos, 115 jornalistas credenciados, 71 palestrantes e 47 convidados, que estiveram envolvidos durante quatro dias em seis painéis, seis mesas-redondas, cinco oficinas, três plenárias e duas atividades culturais. O evento foi realizado entre 15 e 18 de junho no Hotel Transamérica, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo.
Muito satisfeito, apesar do evidente cansaço, o presidente do Ethos, Ricardo Young definiu a 11ª edição da conferência como surpreendente: “Em um ano de crise, com cortes de investimentos, ficamos em dúvida se haveria mobilização entre as empresas. Elas não só fizeram isso, com a decisão de enviar seus representantes, mas como também elevaram sobremaneira seu grau de comprometimento com os temas debatidos”.
Em comparação a 2008, os conteúdos de cada sessão foram concebidos no sentido de discutir e mostrar como devem funcionar na prática os novos paradigmas que vão nortear a ‘economia verde’, inclusiva e responsável, em substituição ao velho modelo. Ricardo Young avaliou que “a crise acelerou a urgência do desenvolvimento sustentável. As pessoas entendem que o futuro é hoje e querem respostas. Elas estão cada vez menos tolerantes com as divagações”. Realizadas após as plenárias e mesas-redondas, as rodas de diálogo foram oportunidades de aprofundamento das discussões que registraram um elevado índice de adesão entre os conferencistas.
Para o presidente do Ethos, “a qualidade das contribuições dos conferencistas a partir dos debates foram muito boas. Mesmo as críticas serão consideradas porque foram muito bem fundamentadas.”
O consultor de empresas Fábio Rocha elegeu a de 2009 como a conferência do Ethos que mais aproveitou. “Foi uma das melhores edições porque conseguiu equilibrar bem o espaço para uma reflexão profunda com a discussão de questões aplicadas à gestão. A conferência não só discutiu a nova economia, mas promoveu oficinas para sabermos como lidar com esta nova realidade. E terminou com ‘chave de ouro’, ao discutir a estratégia sobre o que fazer nos próximos anos”. O vice-presidente do Ethos, Paulo Itacarambi, sintetizou a missão dos próximos anos: “O desafio agora é trabalharmos em cima de tudo isso que construímos até aqui”. (Envolverde)
Mônica Paula e Silvia Marcuzzo
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Os "empregos verdes" e as relações de trabalho em uma sociedade "aspirante" a sustentável
Mensagem enviada por Leonard Almeida
Estudante de jornalismo
São Paulo - SP
No debate de ideias sobre as alternativas para um mundo sustentável, as grandes empresas tem uma importância fundamental. E um dos papéis que lhes cabe sociedade foi tema na mesa redonda 2 de discussão: RELAÇÃO CAPITAL–TRABALHO, A CRISE COMO OPORTUNIDADE PARA AVANÇOS E INOVAÇÕES NA AGENDA DO TRABALHO DECENTE. Um dos pontos tocados foi a necessidade de se manter a população empregada para o combate à crise econômica no Brasil.
Os palestrantes foram Artur Henrique da Silva Santos, presidente nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Sandrine Lage, fundadora da Sperantia, empresa portuguesa que realiza pesquisas de opinião em RSE (Responsabilidade Social Empresarial), e Janine Berg especialista em emprego da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Ficou clara a importância da criação de "empregos verdes", para um desenvolvimento sustentável conjunto entre cidadão e empresa, e a conscientização sobre a sustentabilidade no ambiente interno dessas organizações.
Representantes de instituições e órgãos de vários setores da sociedade estavam presentes na platéia. Moneide Arai, da Cavo Serviços de Saneamento, empresa de gestão ambiental do Grupo Camargo Corrêa, explica como eles trabalham esse processo de mudança. "Tentamos ensinar a complexidade do problema em toda sua estrutura, desde o faxineiro aos presidentes, através de ações, palestras, oficinas, sempre explicando o conceito do "Tripé da Sustentabilidade".
Sobre os projetos desenvolvidos e a geração de empregos verdes na Camargo Corrêa, Arai admite que ainda não existem objetivos concretos a respeito, mas um monitoramento das ações da empresa está sendo feito. "Ainda não temos metas específicas, mas estamos evoluindo aos poucos. Estamos mapeando todos os setores da empresa, identificando e informando os excessos e o que pode ser mudado, usando cerca de 25 indicadores de consumo, como o GRI Ethos", afirma Arai. Segundo ela, foi criada até uma diretoria de Sustentabilidade, o que explicita a preocupação da empresa com o tema.
Para Darci Bertholdo, funcionário da área de Políticas Sociais do Ministério do Planejamento, o Brasil "não tem experiência na área", mas devem ser construídas maneiras de se fazer sustentável sem abalar sua economia. Para ele, "o trabalhador também terá que se adequar".
Em relação à crise, com o problema das demissões em massa e as demandas sindicalistas por melhoria nas condições do trabalho, Arthur Henrique da Silva Santos, presidente da CUT, apontou as dificuldades para que empresas, sindicatos e Estado negociem reformas nas leis trabalhistas.
Bertholdo afirma que a posição do governo deve ser a de mediador nesse debate, mas também lutar pelos direitos do trabalhador. "O Estado deve ser o mediador, mas também deve assegurar condições e direitos mínimos aos trabalhadores. Com a crise, percebe-se que o Estado é ainda relevante para manter o pacto antes estabelecido".
Berg relatou que a OIT estima que 3 milhões de pessoas ficarão desempregadas nos próximos meses na América Latina. Segundo ela, os empregos verdes podem ajudar a evitar esse problema, e ao mesmo tempo acelerar o desenvolvimento sustentável do país e a responsabilidade social da população.
Ato Público contra a MP 458
Mensagem enviada por: Ana Lúcia Berndt
Empresa: SOMA Agência de Comunicação Sustentável
17/06/2009 - São Paulo - SP
Dia 18 de junho, quinta-feira, às 14h30, será realizado um Ato Público contra a MP 458 no Hotel Transamérica, em São Paulo, durante a Conferência Internacional do Instituto Ethos.
Empresários, ambientalistas e representantes da sociedade civil em geral se reunirão com o objetivo de marcar o posicionamento contra as tentativas de desmontar a legislação ambiental brasileira e em favor da Amazônia.
Participe! Este é o momento de mostrar ao presidente Lula o posicionamento da sociedade com relação às questões ambientais da Amazônia.
Leia Mais?segunda-feira, 15 de junho de 2009
Conferência Internacional Ethos 2009
Começa hoje a 11ª Conferência do Instituto Ethos.
Participe!
Saiba mais pelo site: www.ethos.org.br/ci2009
Estamos te esperando!
Abraços,
Equipe Ethos e UniEthos
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